Morador de rua espancado por personal é convidado para se candidatar

Em entrevista ao Metrópoles, Gilvan alega que relação com a missionária foi consensual. Foto: Reprodução.

O homem em situação de rua espancado por um personal trainer no Distrito Federal, Givaldo Alves de Souza, 48 anos, teria sido procurado por ao menos quatro partidos políticos.  Eles estariam interessados em lançá-lo como candidato a deputado nas eleições deste ano. A informação foi divulgada pela coluna Janela Indiscreta, do Metrópoles.

Segundo Caio Barbieri e Carlos Carone, a ideia das legendas seria lançar Givaldo na disputa por uma cadeira na Câmara dos Deputados ou na Câmara Legislativa. Após se recuperar das agressões cometidas pelo profissional de educação física, Eduardo Alves, 31, Gilvaldo negou ter cometido qualquer abuso.

Ele afirmou nesta quinta-feira (24) que “não fez nenhum mal” à missionária Sandra que justificasse ser espancado pelo marido. O fato que ganhou repercussão nacional ocorreu há duas semanas depois que Eduardo encontrou a esposa e Givaldo juntos em um carro.

“Ele expôs a vida dele e a vida dela. Eu acho que ele pensou tudo errado, eu não fiz nenhum mal para ser agredido, agora, as mentiras têm que se calar. (…) Um inocente não pode pagar, eu já estou sofrendo demais”, disse em entrevista ao site brasiliense Metrópoles.

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Relação foi consensual, disse morador de rua

Durante a entrevista, Givaldo afirmou que a relação com a mulher foi consensual e que, inclusive, ocorreu mesmo após ele dizer que não tinha tomado banho. “Eu andava pela rua e ouvi um grito: ‘Moço, moço’. Olhei para trás e só tinha eu. E ela confirmou comigo dizendo: ‘Quer namorar comigo?”.

Em depoimento à polícia, Eduardo disse que Sandra sempre foi uma mulher honesta, trabalhadora. “O que aconteceu na última quarta-feira foi algo terrível que nunca havíamos vivenciado”, disse.

Segundo os familiares, a mulher teve surto psicótico e, por essa razão, teria sido vítima de um suposto estupro. Em áudio que vazou na web, Sandra conta que teve relações com Givaldo porque enxergava nele a imagem de Deus ou a do marido.

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